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3 de julho de 2010

ESPANHA DESPACHA PARAGUAI E LARRISA RIQUELME NÃO VAI FICAR PELADA

A Espanha está pela segunda vez em uma semifinal de Copa do Mundo. Depois de 50 anos, os espanhois repetem o feito do Mundial do Brasil, em 1950. Neste sábado, a Fúria bateu o Paraguai por 1 a 0 e garantiu vaga entre os quatro melhores do torneio. O próximo jogo será contra a Alemanha, na quarta-feira. A partida será uma reedição da final da última Eurocopa, em 2008, quando Fernando Torres marcou o gol da vitória por 1 a 0 que deu o título aos espanhois.


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Com apenas três gols marcados, o Paraguai chegou às quartas de final com o pior ataque entre os oito classificados. Até a paciência do técnico Gerardo Martino chegou ao fim antes da partida contra a Espanha. Insatisfeito, o treinador tirou os até então titulares Lucas Barrios e Roque Santa Cruz e escalou Valdez e Cardoso.

Mesmo com o setor ofensivo renovado, o jogo do Paraguai se baseou na defesa, como sempre. Os sul-americanos até começaram pressionando a saída de bola espanhola, e conseguiram evitar lances perigosos para o goleiro Villar.


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Logo no primeiro minuto, Santana chutou da entrada da área e Casillas fez a defesa.

Favorita, a Espanha dominou a posse de bola no primeiro tempo. A equipe tocava com rapidez e buscava sempre o atacante Villa para chegar com perigo ao ataque. Porém, o novo contratado do Barcelona não conseguia finalizar as jogadas.

Assim, a Espanha ameaçou pouco o Paraguai, que se defendia bem e saía com velocidade no contra-ataque. Com os atacantes de ambos os lados pouco inspirados, o placar da primeira etapa ficou no 0 a 0.


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Na volta do intervalo, o técnico Martino adiantou a marcação e passou a pressionar a saída de bola dos espanhois.

Aos 11min, Vicente Del Bosque, treinador da Espanha, resolveu tirar o atacante Fernando Torres para a entrada de Fabregas. A mudança colocou mais um jogador no meio-campo da “Fúria”, mas Iniesta e Xavi não estavam em um bom dia.


A situação ficou complicada para a Espanha aos 12min. Na cobrança de escanteio, Pique segurou Cardozo dentro da área e o árbitro marcou pênalti. Na cobrança, porém, o próprio Cardozo bateu no canto esquerdo de Casillas, que caiu e fez a defesa.

Logo no lance seguinte, pênalti para a Espanha.Villa puxou contra-ataque, entrou na área e foi derrubado por Alcaraz. Na primeira cobrança, Xavi Alonso deslocou o goleiro Villar e marcou. Só que os espanhois invadiram a área antes da cobrança, e juiz mandou voltar. Na segunda, Villar caiu no canto esquerdo e fez a defesa.

Depois das chances perdidas, as duas equipes foram para o ataque. Alternaram momentos de perigo, mas pecaram nas finalizações.

Aos 38min não teve jeito. A Espanha saiu em contra-ataque rápido, Iniesta, na entrada da área, rolou para Pedro, que chutou na trave. No rebote, Villa marcou seu quinto gol na Copa, tornando-se o maior artilheiro do torneio. Dos seis gols espanhois no Mundial, cinco foram dele.

O Paraguai partiu para cima no final do jogo, mas os jogadores não conseguiram evitar a eliminação.

LARISSA RIQUELME CONTINUA VESTIDA

Não deu. Muita gente que torceu pelo Paraguai contra a Espanha ficou frustrado após o apito final do árbitro no Ellis Park, em Johanesburgo. Não só pela eliminação guarani, mas pelo fato de a musa da Copa, a paraguaia Larissa Riquelme, não cumprir sua promessa: se o país superasse a Espanha neste sábado e chegasse à inédita fase semifinal, ela desfilaria sem roupa pelas ruas de Assunção.

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Neste sábado, aliás, a modelo esteve presente no estádio Defensores del Chaco, um dos locais públicos de exibição do jogo na capital paraguaia. Exibindo mais uma vez seu generoso decote, que nas partidas anteriores serviu de porta-celular e hoje estampava um estratégico patrocínio, Larissa Riquelme vibrou com cada lance de ataque do Paraguai, mas frustrou-se no final com a derrota por 1 a 0. Assim como milhões ao redor do mundo.

29 de junho de 2010

PRIMEIRA DISPUTA DE PÊNALTIS DA COPA CLASSIFICA PARAGUAI

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O sonho era comum: classificar o país pela primeira vez para a fase de quartas de final de uma Copa do Mundo. Com o mesmo objetivo, Paraguai e Japão se igualaram no tempo normal e na prorrogação do duelo desta terça-feira, no estádio Lotus Versfeld, em Pretória. E após mais de 120 minutos em que o 0 a 0 resistiu em um jogo sem grandes emoções, que chegou a fazer o presidente da Uefa, Michel Platini, cochilar na tribuna de honra, os paraguaios foram mais eficientes na disputa de pênaltis. A equipe converteu suas cinco penalidades e contou com o erro de Komano, que mandou a bola no travessão, para vencer a batalha por 5 a 3 e entrar para a história da nação.

Os paraguaios vão decidir uma vaga nas semifinais da Copa do Mundo no próximo sábado, às 15h30m (de Brasília), em Joanesburgo, contra o ganhador do confronto entre Espanha e Portugal, que se enfrentam nesta terça.

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O triunfo guarani também permitiu uma marca histórica para o futebol sul-americano. Pela primeira vez, a região terá mais representantes que a Europa entre os oito melhores do Mundial (quatro a três). Além do Paraguai, Uruguai, Argentina e Brasil também seguem na Copa 2010. Alemanha, Holanda e Espanha/Portugal representam o velho continente. Já a Ásia, com a eliminação japonesa, está fora do Mundial. A África segue com a seleção de Gana.

cardozo penalti paraguai x japão

Para o duelo contra os japoneses, o treinador Gerardo Martino decidiu abandonar o esquema com três atacantes, procurando reforçar o meio-campo. Haedo Valdez perdeu o lugar no time, e Benitez ganhou a chance de iniciar a partida. Já Takeshi Okada, satisfeito com a atuação da equipe diante da Dinamarca, manteve os 11 que iniciaram o jogo que classificou o time para as oitavas.

E foram os orientais que mostraram mais atenção e iniciativa nos dez minutos iniciais. Logo após o pontapé inicial, Okubo roubou uma bola no campo ofensivo e arriscou a gol. Mandou a bola longe do alvo, mas mostrou aos paraguaios a disposição dos samurais azuis. Aos três, Komano também decidiu arriscar de longe. Acertou a meta, mas Villar defendeu com facilidade.

Facilidade que o Paraguai não encontrava para armar jogadas ofensivas. Nos 12 primeiros minutos, a seleção guarani teve 67% de posse de bola, mas errou 47% dos passes. E só marcou presença na área adversária em um lance atrapalhado. Após cruzamento na área, Benitez e Riveros se chocaram e ficaram estendidos no gramado. O Japão também abusava de errar passes. Mais da metade dos tentados no primeiro terço do jogo (51%). As falhas resultaram uma partida feia, com chutões de ambos os lados.

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Com 20 minutos, a partida ganhou um pouco de emoção. Em dois lances em sequência, um para cada lado. Lucas Barrios tabelou com Vera, se livrou de Abe com um belo toque, mas concluiu fraco diante de Kawashima. O goleiro salvou com o joelho direito. O lance acordou o Japão, que foi ataque e acertou o travessão com um belo chute de fora da área de Mitsui.

A armação de jogadas seguiu como um problema grave para ambos os lados. E foi necessária uma bola parada para que uma chance de gol surgisse. Aos 28, Morel Rodriguez cobrou escanteio, e a bola sobrou diante de Roque Santa Cruz. O mais famoso atacante paraguaio encheu o pé, mas chutou à esquerda do gol, perdendo oportunidade de ouro para tirar o zero do placar e fazer o Japão afrouxar o seu disciplinado sistema defensivo. O mesmo ocorreu com o principal jogador japonês. Honda recebeu de Matsui aos 39 e, de frente para a gol, concluiu para fora.

Com o fim do primeiro tempo, os jogadores paraguaios se reuniram no círculo central. Bonet e Da Silva falaram com os companheiros, tentando incentivá-los para a segunda etapa. O mesmo fizeram os japoneses ao retornarem ao campo.

As rodinhas serviram para os times voltarem mais ligados. Mas nos primeiros dez minutos, quem defendia prevalecia sobre os que atacavam. Túlio Tanaka e Nakazawa impediram conclusões de Ortigoza e Benitez. Do outro lado, Villar defendeu um chute de Nagatomo que desviou na defesa.

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O Paraguai conseguiu superar os zagueiros adversários aos 14. Melhor opção ofensiva guarani, Morel Rodriguez cruzou da esquerda e encontrou Riveros na área. Mas o meia não passou pelo goleiro Kawashima, que defendeu firme, na segunda conclusão a gol da equipe sul-americana em todo o jogo.

Após o lance, Gerardo Martino decidiu retomar a formação tradicional do Paraguai, com Valdez no lugar de Benitez. E Takeshi Okada também procurou reforçar o ataque nipônico, com o atacante Okazaki no lugar do meia Matsui. Mas as dificuldades seguiram. O jogo praticamente ficou resumido a lançamentos longos e cruzamentos sobre a área. Uma partida tão desinteressante que fez Platini dar uma cochilada no estádio (veja no vídeo ao lado).


A partir dos 35 minutos, os asiáticos demonstraram mais interesse em evitar a prorrogação, chegaram a ensaiar uma pressão, mas os sul-americanos souberam se defender. O que melhor fizeram na Copa até agora (apenas um gol sofrido em quatro partidas).

Com a prorrogação, o nível da partida melhorou. O Paraguai foi mais incisivo, mostrando que não desejava levar a decisão da vaga para os pênaltis, assustando mais o adversário em dez minutos do que em todo o tempo normal. Foram três boas chances, em cabeçada de Barrios e conclusões de Valdez e Barreto. A última foi por cima do gol e as duas primeiras foram  defendidas por Kawashima. Do outro lado, Villar também precisou trabalhar, espalmando uma falta cobrada por Honda.

Na segunda etapa do tempo extra, as oportunidade de gols diminuíram. As únicas foram em cabeçadas de Valdez e Túlio Tanaka. Uma defendida por Kawashima. A outra, para fora.

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Nos pênaltis, a famosa concentração oriental foi superada. Barreto, Lucas Barrios e Riveros marcaram para o Paraguai. Após Endo e Hasebe balançarem a rede, Komano perdeu a terceira cobrança japonesa, carimbando o travessão guarani. Valdez e Honda acertaram, e coube a Cardozo, que substituiu Santa Cruz na prorrogação, selar o triunfo paraguaio e levar o país pela primeira vez para o seleto grupo dos oitos melhores de um Mundial.

24 de junho de 2010

COPA TEM MAIS UM ZERO A ZERO

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Polokwane deu adeus à Copa do Mundo nesta quinta-feira e levou junto a Nova Zelândia. Com o empate de 0 a 0 no estádio Peter Mokaba, em um dos piores jogos até aqui na África do Sul, o Paraguai garantiu a primeira colocação do Grupo F e está nas oitavas de final. A seleção da Oceania terminou o torneio invicta, com três igualdades, mas sem vaga: a Eslováquia bateu a Itália por 3 a 2, em Joanesburgo, e avançou em segundo lugar. Atual campeã mundial, a Azzurra ficou em último lugar na chave e está fora.

20 de junho de 2010

PARAGUAI VENCE POR 2 A 0 E SE APROXIMA DA VAGA

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Segundo colocado nas Eliminatórias sul-americanas, superado apenas pelo Brasil, o Paraguai está muito próximo de avançar para as oitavas-de-final da Copa do Mundo. Com amplo domínio na etapa inicial e sem levar grandes sustos, o Paraguai derrotou a Eslováquia por 2 a 0 neste domingo, no estádio Free State, em Bloemfontein, e assumiu a liderança provisória no Grupo F, com quatro pontos.

A definição dos classificados da chave ocorre na próxima quinta-feira. O Paraguai enfrenta a Nova Zelândia em Polokwane. A Eslováquia, com apenas um ponto, encara a Itália em Joanesburgo. Os dois jogos

14 de junho de 2010

GRANDES NÃO CONVENCEM NA QUARTA RODADA

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A quarta rodada da Copa do Mundo da África do Sul voltou a acender um alerta; falta de gols - 17 marcados em 11 jogos, média de 1,54 gols por partida. Trata-se da pior média da história dos Mundiais, que tem a Copa da Itália, disputada em 1990, como a mais escassa neste quesito, 2,21 por jogo.  E o primeiro mundial em solo africano segue sem ter um artilheiro.

A Holanda bateu a Dinamarca por 2 a 0, o placar mais elático desta segunda-feira, o Japão surpreendeu e venceu Camarões com um simples 1  a 0 e a atual campeã Itália sofreu para empatar com o Paragauai em 1 a 1. Exceção feita à Alemanha que venceu a Austrália por 4 a 0 no último domingo, os selecionados parecem ter problemas em atacar, concluir as jogadas em gol ou estão mais preocupados em não levar.


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E a história dos jogos desta segunda-feira seguem com o mesmo roteiro das demais. A Holanda demorou para conseguir vencer a retranca da Dinamarca e fez o primeiro graças a um gol contra bizarro.

Após cruzamento de Van Persie, o zagueiro Simon Poulsen cabeceia para trás, a bola resvala no companheiro Agger e entra sorrateira no canto direito. O segundo, já com o jogo sob controle, saiu após chute de Sorensen na trave e gol de Kuyt no rebote.

A Itália só empatou por conta do voo cego do goleiro Villar, do Paraguai, que passou longe da bola ao tentar interceptar o escanteio batido por Pepe e que acabou nas redes depois da conclusão de Rossi dentro da pequena área. Assim como os Estados Unidos contaram com um frango do goleiro inglês  Green para empatara em 1 a 1 e os eslovenos tiveram a ajuda do arqueiro da Argélia para ganhar por 1 a 0.


O Paraguai tampouco teve méritos. Quando fez 1 a 0 aos 39 minutos do primeiro tempo, havia dado apenas um chute a gol. Lembrando que o gol de cabeça de Alcaraz, elito o melhor da partida pelo site da Fifa, nasceu também de bola parada - uma falta cobrada por Valdez do lado direito do ataque.

O Japão colecionou chutões para se livrar das tentativas frustradas de Camarões, do sumido  atacante Samuel Eto’o, de chegar ao empate. Conquistou a primeira vitória em Copas do Mundo fora de seu território - a última havia sido em 2002 contra a Tunísia em Osaka - com gol de seu principal atacante Honda.

ITÁLIA E PARAGUAI SÓ EMPATAM

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Atual campeã do mundo, a Itália teve muita dificuldade na estreia na Copa do Mundo, nesta segunda-feira. Jogando na cidade do Cabo contra o Paraguai, o time do técnico Marcelo Lippi mostrou que precisará se superar para avançar no mata-mata e só empatou com o Paraguai por 1 a 1.

O jogo desta segunda foi muito disputado no meio de campo. As duas seleções se preocuparam em não dar espaços para o adversário e a maioria das jogadas de perigo, incluindo os dois gols do empate por 1 a 1, aconteceram em jogadas de bola parada.

A Itália volta a campo no dia 20 de junho, contra a Nova Zelândia. No mesmo dia o Paraguai enfrenta a Eslováquia.

Até os 25 minutos

O início da partida teve o Paraguai na defesa e a Itália no ataque. Em poucas oportunidades os sul-americanos ameaçaram o gol de Buffon. Os italianos criavam boas chances com Pepe pela ponta direita, mas a maioria dos cruzamentos passava longe dos atacantes Gilardino e Iaquinta. O que chamou mais a atenção foi o lance em que o italiano De Rossi simulou ter sido derrubado na entrada da área do Paraguai. O juiz não deu nada, e o replay mostrou que De Rossi mergulhou no chão sozinho.


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Dos 25 até o fim do primeiro tempo

O Paraguai equilibrou as ações no meio-campo. O lateral-esquerdo Morel Rodriguez ganhou ajuda na marcação de Pepe e a Itália passou a atacar pelo meio, sem sucesso. O jogo seguiu equilibrado até os 38min, quando Chielini derrubou Valdez na intermediária. Na cobrança, Torres cruzou para o meio da área, o zagueiro Alcaraz subiu mais que Cannavaro e cabeceou forte, no canto esquerdo de Buffon. Paraguai 1 a 0.

Na comemoração, todos os jogadores do Paraguai se abraçaram. No fim do primeiro tempo, os números provaram o equilíbrio da partida. Os italianos tiveram 52% da posse de bola, e os paraguaios 48%. Cada equipe chutou quatro vezes ao gol, mas ambas só acertaram uma vez no gol adversário.

Primeiros 25 minutos do segundo tempo

Logo na volta para a segunda etapa, o goleiro Buffon, com um problema no nervo ciático, foi substituído pelo reserva Marchetti. Assim como nos primeiros minutos da partida, a Itália dominou o jogo. Montolivo era o principal articulador dos ataques italianos, e o Paraguai ficava acuado no campo de defesa.

O gol de empate veio ao aos 17min. A Itália contou com a ajuda do goleiro paraguaio para igualar o marcador. Na cobrança de escanteio de Pepe, Villar saiu muito mal do gol e errou a bola, que sobrou para De Rossi marcar. Itália 1 a 1.


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Dos 25 minutos até o fim do jogo

Depois do gol, a Itália pressionou até o fim. Com a entrada de Camoranesi no time, a seleção italiana ficou mais organizada em campo. Mesmo assim, a zaga do Paraguai conseguia afastar todas as jogadas de perigo da Itália, e saia nos contra-ataques com velocidade, mas sem levar muito perigo ao gol de Marchetti.