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10 de junho de 2010
COMEÇAM ENSAIOS EM SOWETO
A 45 minutos do início do show, artistas ensaiam no palco montado no estádio do Orlando Pirates.
SHOWS EM SOWETO ABREM HOJE A COPA
Um grande concerto com vários artistas internacionais, como Shakira, Alicia Keys, Juanes e Black Eyed Peas será celebrado nesta quinta-feira, a partir das 15h (de Brasília), no estádio Orlando, em Soweto, na véspera da rodada de abertura da Copa do Mundo da África do Sul.
Principal atração, a colombiana Shakira será a última a se apresentar com a execeução de três músicas, entre ela Waka Waka - Time for Africa (A hora da África), tema do Mundial, com o grupo pop sul-africano Freshlyground. É aguardado um público de 36 mil pessoas na festa. Os ingressos, que custavam até 1400 rands (R$ 3200), esgotaram-se rapidamente.

Além dos movimentos sensuais que habitualmente faz em seus shows, Shakira prometeu também uma coreografia tipicamente africana. O também colombiano Juanes e os americanos Alicia Keys e John Legend farão parte da festa, junto com estrelas africanas de renome internacional, tais como Angélique Kidjo, Amadou e Mariam e Gospel Choir. Vários jogadores também participarão do evento, mas os organizadores preferiram manter seus nomes em sigilo.
- Este concerto não só é um tributo ao início da Copa do Mundo, também é um tributo à música africana - explicou Kevin Wall, ao apresentar os últimos detalhes do show, que contará com ainda com a atuação de Alicia Keys, K'Naan e Angelique Kidjo.
Principal atração, a colombiana Shakira será a última a se apresentar com a execeução de três músicas, entre ela Waka Waka - Time for Africa (A hora da África), tema do Mundial, com o grupo pop sul-africano Freshlyground. É aguardado um público de 36 mil pessoas na festa. Os ingressos, que custavam até 1400 rands (R$ 3200), esgotaram-se rapidamente.
Além dos movimentos sensuais que habitualmente faz em seus shows, Shakira prometeu também uma coreografia tipicamente africana. O também colombiano Juanes e os americanos Alicia Keys e John Legend farão parte da festa, junto com estrelas africanas de renome internacional, tais como Angélique Kidjo, Amadou e Mariam e Gospel Choir. Vários jogadores também participarão do evento, mas os organizadores preferiram manter seus nomes em sigilo.
- Este concerto não só é um tributo ao início da Copa do Mundo, também é um tributo à música africana - explicou Kevin Wall, ao apresentar os últimos detalhes do show, que contará com ainda com a atuação de Alicia Keys, K'Naan e Angelique Kidjo.
3 de junho de 2010
BRASIL TREINA EM SOWETO
A seleção brasileira foi recebida com festa para o seu primeiro treino aberto após a chegada à África do Sul, mas o evento no bairro de Soweto, em Johannesburgo, nesta quinta-feira, foi marcado por uma programação insossa produzida pelo técnico Dunga, que colocou vários jogadores em um treino físico e os demais em um lento trabalho com bola.
O desânimo da torcida ficou evidente na queda do volume das vuvuzelas, que deixavam o ambiente ensurdecedor na entrada dos jogadores brasileiros. Alguns torcedores foram até foram embora antes do fim do treinamento.
Quando a seleção brasileira entrou no gramado, houve um alvoroço no estádio do bairro símbolo da resistência ao apartheid. Cerca de quatro mil pessoas faziam uma grande celebração no local, e o barulho das vuvuzelas era muito alto. Com o tempo, entretanto, o som foi diminuindo, e conversar no estádio ficou mais fácil.
O motivo para isso foi o maçante treinamento promovido por Dunga. Os jogadores entraram em campo e até arriscaram algumas embaixadas, mas logo em seguida Robinho, Luís Fabiano, Michel Bastos, Elano, Thiago Silva, Gilberto Silva e Felipe Melo se voltaram para um treino físico em colchões.
O restante fez a famosa “roda de bobinho” e depois um rachão cinco contra cinco, apenas para tentar satisfazer o público. O estádio tinha capacidade para 18 mil pessoas, mas não estava nem perto de estar lotado.
O treino aberto foi uma exigência da Fifa, e o som das vuvuzelas só voltou quando os jogadores fizeram uma corrida em volta do gramado e passaram perto dos torcedores.

O zagueiro Juan, que não enfrentou o Zimbábue, participou do treinamento, mas o goleiro Julio César ficou na concentração fazendo trabalhos específicos com o fisioterapeuta Odir de Souza.
O desânimo da torcida ficou evidente na queda do volume das vuvuzelas, que deixavam o ambiente ensurdecedor na entrada dos jogadores brasileiros. Alguns torcedores foram até foram embora antes do fim do treinamento.
Quando a seleção brasileira entrou no gramado, houve um alvoroço no estádio do bairro símbolo da resistência ao apartheid. Cerca de quatro mil pessoas faziam uma grande celebração no local, e o barulho das vuvuzelas era muito alto. Com o tempo, entretanto, o som foi diminuindo, e conversar no estádio ficou mais fácil.
O motivo para isso foi o maçante treinamento promovido por Dunga. Os jogadores entraram em campo e até arriscaram algumas embaixadas, mas logo em seguida Robinho, Luís Fabiano, Michel Bastos, Elano, Thiago Silva, Gilberto Silva e Felipe Melo se voltaram para um treino físico em colchões.
O restante fez a famosa “roda de bobinho” e depois um rachão cinco contra cinco, apenas para tentar satisfazer o público. O estádio tinha capacidade para 18 mil pessoas, mas não estava nem perto de estar lotado.
O treino aberto foi uma exigência da Fifa, e o som das vuvuzelas só voltou quando os jogadores fizeram uma corrida em volta do gramado e passaram perto dos torcedores.
O zagueiro Juan, que não enfrentou o Zimbábue, participou do treinamento, mas o goleiro Julio César ficou na concentração fazendo trabalhos específicos com o fisioterapeuta Odir de Souza.
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